terça-feira, 28 de agosto de 2012

Cursos do MIT e de Harvard chegam à web em português - veduca

Portal Veduca reúne centenas de vídeo-aulas de instituições como Harvard e MIT, legendadas em português e com acesso gratuito

 

Formandos na Universidade de Harvard: através do Veduca, brasileiros podem ter acesso gratuito às aulas da instituição; muitas já estão até legendadas em português

São Paulo – Uma das maiores vantagens da internet é justamente o fato de se ter em mãos absolutamente todos os tipos de informação. Se existe um espaço enorme a ser explorado na web é o da educação. E no Brasil há um portal que chama a atenção pela maneira com a qual se propõe a democratizar o conhecimento no país, o Veduca.

Inaugurado em maio de 2012, o site reúne dezenas de vídeo-aulas de instituições renomadas como Harvard e Massaschusetts Institut of Technology (MIT) e, mais recentemente, também a Universidade de São Paulo (USP). Mas o melhor de tudo é que, além de ter acesso gratuito, todo o conteúdo exibido no portal está, aos poucos, sendo legendado para o português.

Atualmente, das mais de 5 mil aulas disponíveis no site, 250 já possuem o recurso. Até o fim do ano, a intenção da equipe é traduzir mais 1.500 vídeos. “A ideia do Veduca é democratizar a educação através das de aulas das melhores universidades do mundo” explicou o fundador da empresa, Carlos Souza.

E o primeiro passo pra isso é, sem dúvidas, fazer com que tais aulas sejam compreendidas pela população que não tem domínio da língua inglesa. Pelo menos não a ponto de acompanhar com tranquilidade uma aula de Direito ministrada em Harvard, por exemplo.

O cadastro no site, que hoje conta com cerca de 350 mil visitantes únicos por mês, pode ser feito rapidamente. Mas o interessante é que cada pessoa cadastrada pode ser mais que mero espectador das aulas de universidades renomadas. 

Também é possível participar se voluntariando para colocar as legendas em português nos vídeos. “Começamos com 10 pessoas contratadas para fazer especificamente isso e hoje temo mais de 200 trabalhando voluntariamente”, contou.

A navegação no Veduca é muito simples e intuitiva. Basta procurar as aulas de interesse através de palavras chave que aparecem já na página inicial, pela instituição desejada ou pela busca por termos. E o recurso que permite esta última modalidade de pesquisa é, inclusive, uma patente da empresa.

Ao digitar uma palavra na barra de buscas, o algoritmo desenvolvido pela equipe do Veduca procura pelo termo dentro dos vídeos. Então, ao clicar na aula desejada, o usuário é direcionado de maneira automática ao ponto da aula em que o Professor menciona o termo pela primeira vez. 

http://www.veduca.com.br/

 

 

 

 

Diário de Viagens maravilhosas - Motto Slow Travel

Amigas e amigos,

 

Uma grande amiga minha conseguiu sair de tudo e viajar pelo mundo fotografando e curtindo. ´´E uma história bem legal, e as fotos são um dos pontos altos. Vale a pena entrar no site com calma para admirar e se inspirar.

 

Tive a honra de trabalhar pertinho dela um bom tempo e desfrutar da sua presença maravilhosa – querida Tati.

 

Se puderem deixem algum comentário no site.

 

Ab,

 

 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Lápis que se transforma em planta no final do uso - boa idéia para brinde!

 

Já pensou em comer um lápis? Agora dá

Quando plantado, o Sprout se transforma em brotos de tomate, coentro, salsa, alecrim e até flores, dependendo da escolha do freguês

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São Paulo – Quem gosta de usar lápis sabe que a certa altura eles ficam no cotoco, difícil até de segurar entre os dedos. Imagine se você pudesse se desfazer do pedacinho restante simplesmente enterrando-o no canteiro mais próximo e, tempos depois, encontrasse um broto de coentro, uma flor ou um vegetal?

É exatamente isso o que a empresa Democratech fez ao lançar no mercado americano o Sprout, um lápis com cápsulas de semente variadas, acopladas no lugar da borracha, que pode ser plantado. O resultado são brotos de tomate, coentro, salsa, alecrim e até flores, como margaridas, dependendo da escolha do freguês.

A ideia nasceu do curso de design de produto Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em Cambridge, Estados Unidos, onde os alunos foram convidados a criar um produto sustentável para o escritório do futuro.

Ao inserir as sementes no corpo em madeira de cedro convencional, seus criadores aproveitaram para tornar o lápis também atrativos para as crianças, na esperança de estimulá-las a praticar a reciclagem através da jardinagem. No vídeo abaixo, Mario Bollini, um dos designers, fala sobre o processo de criação do Sprout: http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/sprout-o-lapis-comestivel-com-semente-que-germina?utm_source=newsletter&utm_medium=e-mail&utm_campaign=news-meio-ambiente.html

 

 

 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

E tem gente que continua sem fazer nada!

Estamos há 34 dias sem chuva – é aqui mesmo em SAMPA. E, tem tanta gente que ainda acha que esse negócio de aquecimento global não tem nada a ver com a gente , que podemos continuar sem fazer nada. Não dá nem para andar na rua que doi os olhos, o nariz e tudo mais...

 

Use o seu poder para pedir produtos que respeitem o meio ambiente e mais naturais!

 

O texto abaixo é legal e o 360 de Marte é joia! Eu não quero viver em Marte e vc? Já vimos esse recurso por aí, mas é sempre legal de ver

 

http://www.360cities.net/image/curiosity-rover-martian-solar-day-2#147.50,21.20,59.0

 

 


 

 

A cidade de São Paulo declarou estado de emergência essa semana, por causa do clima seco. Não chove na cidade há 34 dias. A umidade do ar chegou a apenas 10%. Além do clima extremamente seco, ainda há muita poluição, o que causa diversos problemas respiratórios e cardíacos.

Nos faz pensar até que estamos em um deserto, onde durante o dia as temperaturas são altas e, à noite, muito baixas. É mais fácil chover em Marte do que em São Paulo. E o mais engraçado é que ainda estamos no inverno! Tivemos apenas duas semanas de frio mesmo enquanto o resto da estação foi de pseudo-verão.

Bom, com a chegada do robô americano Curiosity em Marte, é mais fácil saber se é mais fácil encontrar água lá do que em São Paulo. Para saber é só clicar aqui, onde conseguimos ver um panorama de 360º em Marte, imagens enviadas por Curiosity.

 

 

 

Quando a sustentabilidade gera retorno financeiro

As empresas  estão sendo motivadas principalmente pela pressão dos consumidores por produtos mais sustentáveis, com 41%; pressão política e legal, com 35%; escassez de recursos, com 30%; e concorrência com empresas do mesmo setor, com 28%. Mas, n´~ao importa o motivo, iporta que estão mudando...e esperamos que rápido!

Cada um de nós temos cada vez mais usar as redes sociais para impactar as empresas rumo ao caminho da sustentabilidade!

Use a sua força e reclame por produtos sustentáveis! Aqui no Brasil tb funciona!

 

               

O ponto da virada: quando a sustentabilidade gera retorno financeiro

Estudo demonstra evolução na integração das atitudes ao modelo de negócio das marcas e mostra que algumas delas já enxergam um importante valor nestas práticas

 

Por Leticia Muniz, do Mundo do Marketing | 24/08/2012

leticia.muniz@mundodomarketing.com.br

 

Além de incorporarem a sustentabilidade em suas agendas de gestão, de forma articulada a um investimento de longo prazo e desenvolvimento de mudanças estruturais, algumas marcas passam a enxergar importante retorno financeiro. Este é o momento considerado como o “ponto de virada”, segundo o relatório da Sloan, escola norte-americana de negócios integrada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT), lançado neste ano. O estudo é resultado de pesquisa com 4 mil executivos de 113 países.

 

Essa guinada na abordagem do conceito de sustentabilidade representa uma evolução do último relatório da entidade, relativo a 2010 e abordado em matéria  do Com:Atitude, que trazia uma distinção entre as empresas embracers – que acreditavam na sustentabilidade como uma vantagem competitiva – e as cautious adopters – que aderiam de forma cautelosa à sustentabilidade e seguiam apegadas, principalmente, às regulações ambientais. Até então, as embracers representavam 24% das empresas consultadas, e 38%, as cautious adopters.

 

Na nova pesquisa, é possível perceber a transformação das embracers, com o surgimento de uma nova categoria, designada pelos especialistas como as harvesters – as que realizam a colheita, em tradução livre. Ou seja, são as companhias que veem os benefícios financeiros do investimento na sustentabilidade de forma concreta em seus relatórios financeiros. Estas representam 31% das empresas consultadas. Ou seja, do mero cumprimento legal, a questão é alçada de forma transversal aos negócios, de modo a incorporar-se a todas as suas práticas e discursos.

 

Compromisso efetivo

As harvesters são caracterizadas não só por enxergarem a importância do compromisso com a sustentabilidade, mas também por entenderem a questão como fator crítico para seu desenvolvimento econômico e não apenas um incremento em suas estratégias. De acordo com a pesquisa, 70% das empresas possuem um lugar permanente para a sustentabilidade em suas agendas há cerca de seis anos. E 20% delas possuem essa visão há dois anos. Esse número ressalta a máxima do envolvimento de longo prazo como um caminho de sucesso.

 

Tal compromisso com a sustentabilidade foi apontado na pesquisa: 68% dos líderes declararam ter aumentado o tempo e investimento em iniciativas relativas à sustentabilidade no último exercício versus 59%, registrado em 2010. Além disso, as empresas enxergam benefícios com este compromisso: 48% delas acreditam no fortalecimento da reputação da marca; 31% na vantagem competitiva e 28%, na inovação de seus produtos e serviços.

 

Principais motivações

Além da necessidade competitiva, em que a sustentabilidade se coloca como imperativo para 67% das empresas pesquisadas – o dado foi de 55% em 2010 – outras motivações são também apontadas: a exigência e preferência dos consumidores por produtos mais sustentáveis, com 41%; pressão política e legal, com 35%; escassez de recursos, com 30%; e concorrência com empresas do mesmo setor, com 28%.

 

Indústria e localização

As empresas de consumo, serviços industriais, construção e energia estão entre os principais setores em que as harvesters se inserem. Esse quadro está diretamente relacionado à otimização de recursos naturais, que impactam de forma decisiva em sua licença para operar.

 

E segundo o relatório, as regiões consideradas como referência em sustentabilidade são: Europa, América do Norte e Austrália/Nova Zelândia, com 63%, 35% e 22% da opinião, respectivamente. A América Latina surge apenas com 5%, atrás da Ásia. Entretanto, as empresas que apresentaram maior comprometimento com relação à sustentabilidade são as regiões emergentes: Ásia e América do Sul.

 

Diretrizes das harvesters

Estrutura organizacional: o estudo aponta que tais empresas não estão simplesmente incluindo as iniciativas orientadas para a sustentabilidade e, sim, realizando uma reforma completa de sua organização. Isso vai desde a contratação e formação de equipes específicas até o desenvolvimento de indicadores e monitoramento de ações. As iniciativas em sustentabilidade passam responder pelos mesmos parâmetros que as áreas core da empresa, em termos de responsabilidade e resultados. Das harvesters consultadas, 75% delas apresentam compromisso do CEO para a sustentabilidade, em comparação a 43% das empresas que não se encaixam nesta categoria.

 

Modelo de negócio: os diversos desafios impostos pela sustentabilidade na organização são tomados como compromissos diários pelas harvesters, segundo o relatório. Para construir um verdadeiro caso de sustentabilidade, as empresas passam por dificuldades relativas à reputação de marca, à comunicação, ao engajamento dos colaboradores, aos indicadores socioambientais, aos custos relacionados aos recursos utilizados na cadeia de valor, dentre outros. Para enfrentar todas as supostas “adversidades”, o relatório indica que é preciso iniciar com rapidez o processo da sustentabilidade a permanecer como cautious adopter, sob o risco de demorar a ver os resultados de negócio.

 

Colaboração e interação: não basta transformar o modelo de negócio e a estrutura organizacional: é preciso, também, qualificar o relacionamento com os principais pontos de contato. A busca de melhores práticas e a extensão da estratégia de sustentabilidade depende dessa movimentação. Segundo o relatório, as empresas tidas como harvesters tiveram seu relacionamento aprofundado com os seguintes públicos: consumidores, para 66% das empresas consultadas; fornecedores, 59%; governo, 47%; e seus próprios colaboradores, 41%. Para empresas que não são consideradas harvesters, o nível de interação cai consideravelmente para 38%, 40%, 33% e 23%, respectivamente.

 

O estudo está em linha com a evolução da abordagem empresarial em relação à atitude de marca, que parte de ações pontuais e não estratégicas e culminam em modelos de ação integrados ao negócio a partir de um propósito genuíno para a companhia e, ao mesmo tempo, socialmente relevante

 

*Por Leticia Born. Esta reportagem foi publicada originalmente no portal Com:Atitude, da Edelman Significa, e agora no Mundo do Marketing de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

 

 

 

 

Vamos plantar cada vez mais

Amigas e amigos,

 

Tenho 10 mudas de mangueira – pé de manga – para doar.

 

Quem estiver interessado envie um comentário para este site ou um email direto para mim: alfugulin@uol.com.br

 

 

 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ENC: MANIFESTO - EMENDA 2012- URGENTÍSSIMO!!

Esse vale a pena assinar!

  


 
MANIFESTO - EMENDA CONSTITUCIONAL 2012- URGENTÍSSIMO!!!
 
 
 
Se isto for aprovado ja vai ser um grande passo para o futuro deste país.    

Repassem Obrigado.   Ac. ELÍ JOSÉ CESCONETTO  cadeira 3 da ACO



MANIFESTO - EMENDA CONSTITUCIONAL 2012

 

Manifesto

Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas de sua lista de endereços e, por sua vez, pedir que cada um deles faça o mesmo.

Em três dias a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil):

1. O congressista receberá salário somente durante o mandato. E não terá direito à aposentadoria diferenciada em decorrência do mandato.

2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congressista participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos os outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. O congressista deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. O Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário, que será objeto de plebiscito.

5. O congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro..

6. O congressista está sujeito às mesmas leis que o povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.

8. Todos os votos serão obrigatoriamente abertos, permitindo que os eleitores fiscalizem o real desempenho dos congressistas.

Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.

A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO. Se você concorda com o exposto, REPASSE, se não, basta apagar.

Por favor, assinem abaixo e mantenha esta mensagem CIRCULANDO!

 

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2012N22487

 

 

 









 

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Mel Faz Bem

Recomendo, já comprei e é excelente mesmo!

Podem pedir direto para a Dora

 

 

Mel Faz Bem

Puro mel silvestre, produzido com carinho em local livre de agrotóxicos nas Terras Altas da   Mantiqueira.

 

 

Mel Puro

Vidro com 780 gr: 15,00

Vidro com 320 gr: 7,00

Bisnaga: 6,00

 

Mel com própolis

Vidro com 320 gr: 8,00

 

Mel com favo

Vidro com 720 gr: 18,00

 

Pólen

250 gr: 25,00  

 

Os pedidos podem ser feitos através do e-mail doracmagalhaes@hotmail.com

 

!

 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Entrem no Google e participem da Olimpíada de salto!

 

 

 

 

Mel Faz Bem

Caros,

Uma das nossas amigas de longa data esta agora administrando um apiário. E é um apiário orgânico.

Ela esta viabilizando os selos orgânicos, mas enquanto isso esta vendendo vários produtos apícolas.

Os preços estão muito bons, principalmente o do pólen, que é verdadeiramente um elixir para a juventude.

Ainda há a possibilidade de entrega porta a porta.

Façam o pedido diretamente para ela.

Eu já comprei e garanto que o produto tem alta qualidade!

Aproveitem!

 

Mel Faz Bem

 

 

Puro Mel Silvestre das Terras Altas da Mantiqueira

 

Mel Puro

Vidro com 780 gr: 15,00

Vidro com 320 gr: 7,00

Bisnaga: 6,00

 

Mel com própolis

Vidro com 320 gr: 8,00

 

Mel com favo

Vidro com 720 gr: 18,00

 

Pólen

250 gr: 25,00  

 

Os pedidos podem ser feitos através do e-mail doracmagalhaes@hotmail.com

 

Obrigada!

 

 

 

 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Onde o sonho "verde" de Londres desbotou

As Olímpiadas 2012 já entraram pra história como as mais sustentáveis de que o mundo já teve notícia. Ainda assim, houve falhas significativas na preparação que não devem ser ignoradas

 

 

Por Vanessa Barbosa,

 

Medalhas olímpicas: suprimento do metal feito pela mineradora Rio Tinto foi alvo de críticas

São Paulo - Eles fizeram a Revolução Industrial, que deu origem ao capitalismo financeiro. Mas também à fuligem e à poluição dos centros urbanos. Agora, os ingleses entram pra história com outro marco: vão ser lembrados como os primeiros a buscar a sustentabilidade em todo o ciclo de vida dos Jogos Olímpicos.

 

A atenção meticulosa dispensada à construção das arenas e da infraestrutura, seguindo padrões rigorosos de maneira a reduzir ao máximo os impactos ambientais, além de uma série de inovações verdes surpreendentes, já são um legado do evento, que serve de inspiração para sedes futuras, como o Brasil. Ainda assim, nem tudo saiu como planejado. Houve falhas significativas na preparação e algumas polêmicas, que não devem ser ignoradas.

 

Poluição: a prova oculta

 

Em termos de poluição atmosférica, Londres é uma das cidades mais sujas da Europa. Nem mesmo o inovador esquema de rodízio, adotado há quase uma década para controlar o tráfego de carros, conseguiu resolver o problema. Para driblar a situação a tempo do início dos Jogos, a cidade testou uma "cola mágica" capaz de capturar as partículas em suspensão liberadas por fábricas e pelo transporte e “grudá-las” no chão.

 

A medida não foi suficiente. Especialistas de saúde do país têm alertado que a poluição no período do verão poderia prejudicar o desempenho e a saúde de muitos esportistas. A tática adotada por Londres difere bastante das medidas, mais radicais, que Pequim implementou para as Olimpíadas de 2008. Preocupado com a poluição do ar, o governo chinês chegou a limitar o tráfego de carros, com rodízios especiais, e também fechou temporariamente algumas fábricas.

 

Patrocinadores “odiados”

 

Um contrato de patrocínio fechado em janeiro com a empresa do setor químico Dow Chemical para o Estádio Olímpico gerou polêmica e colocou em xeque as credenciais sustentáveis da competição. Por trás do alvoroço está o fato da Dow ser dona da Union Carbide, empresa responsável pelo acidente de Bophal, na Índia, em 1984, que entrou pra história como um dos maiores desastres industriais.

 

 

Veja tb as 10 inovações verdes da Olimpíada:

http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/10-inovacoes-verdes-das-olimpiadas-de-londres

 

Fonte: Exame

ENC: ** Evitar Cortes de Árvores é SAÚDE FÍSICA , MENTAL e SOCIAL **

 

 

 


http://www.greenpeace-comunicacao.org.br/email/cyberativismo/ciber_03-08-2012e.html

Guseiras apoiam desmatamento zero. E seus amigos?

 

Olá a todos,
Ontem mais um capítulo foi escrito na história da proteção das nossas florestas. No Maranhão, as indústrias de ferro gusa assinaram um termo se comprometendo com o desmatamento zero em sua cadeia de produção. O acordo vem dois meses depois de um protesto do Greenpeace denunciar irregularidades neste setor, como o uso de trabalho escravo e a destruição de mata nativa para produzir o carvão que abastece as guseiras.
Essa é uma conquista que prova como a pressão popular pode fazer a diferença para mudar o cenário de destruição das florestas. Você já fez a sua parte assinando a petição pelo desmatamento zero, mas pode ainda ajudar ao divulgar a petição e chamar seus amigos e familiares para assinarem também.

Divulgue a Campanha

A campanha pelo Desmatamento Zero vai levar um projeto de lei popular para o Congresso, a fim de estabelecer o fim da devastação das matas nativas. Assim, as florestas estarão preservadas para as próximas gerações.
E você, que mostrou saber a importância da preservação, pode fazer ainda mais. O Greenpeace combate a destruição das florestas graças à contribuição de milhões de pessoas como você. Junte-se a nós e colabore ainda mais com as nossas campanhas.

 

Tatiana de Carvalho

Um abraço,

Tatiana de Carvalho
Coordenadora da Campanha da Amazônia
Greenpeace

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