quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Quem ama praia vai adorar esses filmes!

Não deixem de tirar os plásticos que estiverem perto de vcs na praia nessa verão. Não tenham vergonha de ser ecológicos e defensores da natureza e da faina marinha!

 

http://www.marinelittersolutions.com/our-objectives/spreading-knowledge.aspx

 

http://www.marinelittersolutions.com/our-objectives/spreading-knowledge.aspx

 

 

 

 

 

 

 

Consumidor escolhe Natura como marca que mais contribui para o mundo

Um pouco equivocado na minha opinião, pois Pão de Açúcar ficou tão embaixo e faz tanto com as estações de reciclagem, por exemplo, entre outros programas efetivos ligados a sustentabilidade e as personalidades brasileiras – Silvio Santos? Nada a ver com sustentabilidade...mas sempre é bom ver o que passa ou o que fica na cabeça do povo.

Estudo traz opinião de entrevistados sobre as empresas que mais colaboram para o bem social e a preservação do planeta

As empresas ocupam o topo da listagem de respostas espontâneas dos consumidores para a pergunta “Quais as empresas que mais contribuem para um mundo melhor?

Rio de Janeiro - A Natura, a Ypê e a Petrobras lideram o ranking das marcas que mais contribuem para um mundo melhor, segundo o estudo “Quem me inspira”, produzido pela Giacometti.

As empresas ocupam o topo da listagem de respostas espontâneas dos consumidores para a pergunta “Quais as empresas que mais contribuem para um mundo melhor?”, com índices de 25%, 15% e 14%, respectivamente. A pesquisa foi realizada em duas etapas com 400 cidadãos de São Paulo, das classes AB e C, entre 18 e 40 anos.

O Itaú aparece na quarta posição com 11%, seguido pela Vale (10%), Bradesco (8%), Nestlé (8%) e Banco do Brasil (5%). O Pão de Açúcar e a Sabesp ocupam as duas últimas colocações, com índices de 5% e 4%, respectivamente.

Entre os fatores que os entrevistados mencionaram para justificar sua decisão estão a preocupação com a responsabilidade ambiental (69%) e social (58%), doações e fundações (32%), além da ajuda aos colaboradores (11%). A geração de empregos e o patrocínio aos esportes foram lembrados por 2% dos participantes, a frente do auxílio a portadores de necessidades especiais (1%).

A pesquisa também aponta as personalidades brasileiras que inspiram os entrevistados. Em primeiro lugar está o ex-presidente Lula (19%), seguido pelo apresentador Silvio Santos (10%).

A cantora Ivete Sangalo e o ex-jogador Ronaldo compartilham o percentual de 6%, a frente de Marta Suplicy, José Serra, Jô Soares e Xuxa, empatados com 4% das opiniões. Pelé aparece na nona colocação, com 3%, seguido de Luciano Huck, admirado por 2% dos participantes da pesquisa.

Entre os atributos mencionados pelos entrevistados para justificar suas opiniões em relação aos famosos, a humildade lidera com 44%, a frente do quesito vida sem escândalos (15%), honestidade (13%), a qualidade de ser uma pessoa batalhadora (12%) e a transparência (11%).

Quando o assunto é esporte, os atletas com carreiras mais inspiradoras para os brasileiros são Ronaldo Fenômeno (34%), Pelé (15%), Kaká (13%), Ronaldinho Gaúcho (10%), Robinho (11%), Ayrton Senna (7%), Dentinho (5%) e Neymar (5%).

As razões indicadas pelos consumidores para a admiração dos atletas são o talento (41%), o fato de terem vencido obstáculos (20%), a humildade (20%), a luta por igualdade (16%) e pela representação do Brasil (7%). Também foram mencionadas qualidades como inteligência (5%), poder de influenciar outras gerações (5%), caráter revolucionário (3%) e riqueza (2%).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Indústria mundial de plásticos lança plano de ação contra lixo marinho

Indústria promoverá discussões para envolver outros segmentos interessados em aderir a ações que visam minimizar e até evitar a formação de lixo marinho

A “Declaração para Soluções em Lixo Marinho”, adotada por 54 organizações, traça uma estratégia para implementação de soluções no ambiente marinho

São Paulo - Nos dias 16 e 17 de novembro, representantes das indústrias de plásticos do mundo se reuniram em Dubai para criar um plano de ação visando soluções para o lixo marinho, com cronograma de implantação e acompanhamento previstos para 2012. Além das ações globais apoiadas por todos os signatários, foram selecionados 92 projetos abrangendo 32 países.

Levando em consideração que as soluções para o lixo marinho demandam cooperação global, a indústria de plásticos promoverá discussões para envolver outros segmentos da indústria interessados em aderir a essas e a outras ações que visam minimizar e até evitar a formação de lixo marinho.

Para o presidente do Conselho da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, Frank Alcantara, a indústria mundial de plásticos está determinada a fazer sua parte e a desempenhar um papel construtivo. “Nesse desafio será de grande importância a parceria com demais setores para solucionar o problema do lixo marinho”, completa Alcantara.

A “Declaração para Soluções em Lixo Marinho”, adotada por 54 organizações ligadas à indústria de plásticos traça uma estratégia para o desenvolvimento e implementação de soluções no ambiente marinho. Hoje, a indústria do plástico já participa de iniciativas como Vacances Propres na França, Keep America Beautiful nos Estados Unidos, Cool Seas no Reino Unido e International Beach Cleanup na África do Sul, que servirão como catalisador para futuras ações em outras regiões.

Dentre as atividades que a indústria está implementando em conformidade com essa diretriz global, destaca-se uma parceria com o “The Joint Group of Experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection (GESAMP)”, órgão consultivo da Organização das Nações Unidas para aspectos científicos de proteção do meio ambiente marinho. A indústria de plásticos se comprometeu em apoiar o trabalho do GESAMP em avaliar as origens, destino e efeitos de micro-plásticos no meio ambiente marinho.

Segundo Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida, que esteve em Dubai, o encontro foi “um avanço dos representantes da indústria de plásticos que oficialmente se comprometeram proativamente com essa causa, propondo ações, não só regionais, mas globais, para solucionar os impactos do lixo marinho”.

Bahiense conta que a empresa na qual é presidente estuda, no Brasil, parceria com o Instituo de Oceanografia da USP. “Estamos realmente orgulhosos em nos juntarmos à iniciativa do GESAMP como parte de nossos esforços para melhor entender e impedir o lixo marinho”, afirma o executivo.

As atividades dirigidas pela indústria mundial de plásticos vão ser publicadas no site http://www.marinelittersolutions.org/.

 

 

 

 

 

 

 

Programa ECO - Ecolmeia & Catador Organizado

 

 

 

PROGRAMA ECO - ECOLMEIA E CATADOR ORGANIZADO

 

Programa ECO - parceria da iniciativa privada com o Poder Público e Catadores, com objetivo de otimizar a coleta seletiva e valorizar o Catador como agente de transformação ambiental.

Sustentado por meio de parcerias com empresas, que terão sua mídia institucional alocada e promovida no Carrinho Elétrico ECO, associada ao comprometimento socioambiental.

Benefícios Sociais:

Dignidade ao Catador de Rua por meio de: Qualificação e capacitação, Participação na renda, Seguro para acidentes, Assistência médica, Uniformização e EPI, Reconhecimento da atividade, Inclusão social.

Benefícios Ambientais:

Eficácia da Coleta Seletiva porta a porta, Destinação correta dos resíduos, Otimização da reciclagem, Limpeza das vias públicas, Redução de resíduos destinados aos aterros sanitários.

É um programa participativo, onde Cooperativas de Catadores serão as receptoras do material coletado pelo Carrinho Elétrico ECO.

ElaineSantos

gestora ecolmeia

 11 8755-4533

 ecolmeia.org.br

 

 

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética.

O que mais preocupa é o silêncio dos bons.”

Martin Luther King

 

 

WWF-Brasil e Movimento dos Catadores lançam jogo sobre reciclagem

“Reciclando” foi desenvolvido para ajudar os catadores na sua organização e para ampliar o

Divulgação

A presidente Dilma Rousseff receberá o primeiro exemplar do jogo

São Paulo - A ONG ambientalista WWF-Brasil e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) lançaram jogo educativo nesta quinta-feira durante a celebração do Natal dos Catadores, em São Paulo, capital.

Leia Mais

A presidente Dilma Rousseff, que participa do ato, receberá o primeiro exemplar do jogo, que também será distribuído entre os participantes. Além do lançamento do jogo, WWF-Brasil e MNCR ainda assinam acordo de cooperação para o desenvolvimento de ações para o fortalecimento do trabalho e da organização dos catadores em todo o País.

O jogo “Reciclando” foi desenvolvido para ajudar os catadores na sua organização e para ampliar o conhecimento e a informação da sociedade sobre o trabalho feito por eles.

Será distribuído às organizações dos catadores e utilizado, também, nas cidades que recebem as ações do programa Água Brasil – iniciativa do Banco do Brasil, desenvolvida em parceria com WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas.

A secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, participa do evento e assina o termo de cooperação com o MNCR. “O correto manejo dos resíduos sólidos e a participação dos catadores neste processo são questões muito importantes para o WWF-Brasil.

Os resíduos podem ser problema ou solução, dependendo do que fazemos com eles. No WWF-Brasil trabalhamos para encontrar soluções de sustentabilidade nas cidades e de inclusão social dos catadores”, diz a ambientalista.

 

 

http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/wwf-brasil-e-movimento-dos-catadores-lancam-jogo-sobre-reciclagem

 

 

 

 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Será q vc é mesmo insubstituível??

Será mesmo que você é substituível?

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E Beethoven?

- Como? - o encara o gestor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando
energia em reparar seus 'gaps'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o
Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco  que posso.

O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."





quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fraldas usadas viram telhas no R.Unido

Britânicos transformam fraldas descartáveis em telhas

 

Uma nova usina de reciclagem aberta no continente europeu transformará fraldas usadas em telhas e tubos de construção. | Imagem: dmindless

 

 

 Os bebês britânicos usam cerca de três bilhões de fraldas descartáveis ​​por ano. No entanto, uma nova usina de reciclagem aberta no continente europeu transformará essas fraldas em telhas e tubos de construção.

 

Na Grã-Bretanha, somente os resíduos gerados pelas fraldas descartáveis, somam mais de meio milhão de toneladas. Em média, um bebê britânico usa seis mil fraldas antes de serem treinados para usar o penico. De acordo com o site da empresa Knowaste, que tem origem canadense, cada fralda descartável leva cerca de 500 anos para se decompor.

 

A empresa deu um passo à frente para reciclar cerca de 36 mil toneladas de fraldas descartáveis, produtos de incontinência de adultos e absorventes íntimos femininos, em sua usina de reciclagem, a primeira do tipo instalada na Inglaterra.

 

 A fábrica foi inaugurada em West Bromwich, a 165 km de Londres.

 

O processo envolve três estágios:

 

Os resíduos das fraldas são coletados em hospitais, centros de saúde e berçários;

O material é esterilizado, desativado e mecanicamente separado em componentes individuais: resíduos orgânicos, plástico e polímeros super-absorventes;

Os componentes recuperados podem então ser transformados em novos produtos tais como: “madeiras” e telhas plásticas, tubos comerciais, materiais de absorção, produtos de papel reciclado e energia “verde”.

O plástico altamente valioso e as fibras seriam recuperados, desviando deste modo os resíduos absorventes dos aterros sanitários e incineração. Impedindo um fluxo interminável de impactos ambientais negativos associados à sua disposição. Com informações da Knowaste.

 

Redação CicloVivo (www.ciclovivo.com.br)

 

Leia também

 

+ Britânicos transformam fraldas sujas em combustível

+ Fraldas de pano, do passado para um futuro sustentável

+ Lares britânicos usam gás obtido a partir de fezes humanas

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

10 países que estão esquentando (e muito) o planeta

Levantamento da Maplecroft divulgado na COP17 lista os países que mais emitem gases de efeito estufa, os vilões do aquecimento global. Juntos, eles respondem por 2/3 das emissões mundiais; Brasil aparece em sexto lugar

1 - China

No topo da lista, a China registrou só no ano passado um aumento de 10,4% de suas emissões de CO2-equivalente (CO2e), medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases que absorvem e apreendem a radiação, como metano e óxido nitroso, ajudando a esquentar o planeta.

Em 2010, o gigante emergente produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e). Segundo levantamento da firma de risco britânica Maplecroft, a maior parte das emissões do país vem da crescente demanda de energia, intensamente dependente dos combustíveis fósseis, especialmente carvão. Embora o uso de energia renovável no país esteja aumentando, ele ainda é ofuscado pela produção e consumo de energia suja.

2 - Estados Unidos

Entre os países desenvolvidos, os EUA são os que mais poluem. Em 2010, foram emitidos 6.538 megatoneladas de CO2e. Segundo o levantamento, os EUA são os recorditas em taxas de emissões de CO2 per capita.

Apesar disso, o assunto não preocupa muito a população. Um estudo recente mostrou que o ceticismo sobre aquecimento global é forte por lá - apenas 53% dos americanos consideram o fenômeno uma ameaça séria. O país também está no bloco de nações resistentes a um acordo global legalmente vinculante para cortar as emissões de CO2, assim como a China.

3 - Índia

Segundo país mais populoso do mundo e o segundo mais poluidor entre os BRICs, a India fica em terceiro lugar no ranking de emissões globais de gases efeito estufa, produzindo 2.272 megatoneladas de CO2 equivalente.

O país consome grandes quantidades de combustíveis fósseis baratos, como carvão, que contribuem fortemente para as altas emissões. Além disso, a India produz outros vilões do aquecimento global, como o gás metano (CH4), oriundo da pecuária.

4 - Rússia

Em quarto lugar, aparece a Rússia, com 1.963 megatoneladas de CO2 equivalente. Segundo o relatório, apesar das emissões russas terem declinado nos anos 1990, após o colapso da União Soviética que gerou uma baixa no crescimento industrial, o país ainda se mantém como um produtor significativo de gases efeito estufa. Entre, os BRICS, ele é o terceiro maior emissor.

5 - Japão

No ranking da Maplecroft, o Japão aparece na quinta posição, com emissões globais de 1.203 megatoneladas de CO2 equivalente. Segundo o estudo, apesar do país empreender esforços para reduzir suas emissões de gases efeito estufa, há temores de que preocupações com a segurança energética, principalmente após o acidente nuclear de Fukushima, possa fazer com que o país recorra, no curto prazo, a fontes de combustíveis fósseis, levando a um aumento das emissões de carbono do país.

6 - Brasil

Entre os BRICS, o Brasil é o que apresenta menores emissões, mas no mundo, somos o sexto país que mais jorra na atmosfera gases de efeito estufa, com 1.144 megatoneladas de CO2 equivalente. A maior parte disso tem origem na agropecuária e agricultura, que geram grandes quantidades de metano e óxido nitroso.

A conta não considera as emissões do desmatamento. O relatório destaca ainda que o Brasil está buscando reduzir seu impacto e que em recente "gesto político", concordou em reduzir suas emissões de GEE entre 38% e 42% para 2020 com base nos níveis atuais.

 

Veja os outros países em

http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/10-paises-que-estao-esquentando-e-muito-o-planeta?p=6#link