Se cada um fizer um pouco, podemos mudar realmente a situação para melhor!
Vejam esse vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=T7GzfMD6LHs
Estônia é um país pequeno, mais ou menos o tamanho de Pernambuco. Estão planejando fazer o mesmo no Rio de Janeiro. E por que não em S.Paulo? São Vicente, Snatos, todas as nossa queridas praias!
O Google poderia criar um Google maps mostrando o lixo acumulado nos lugares, para começarmos a tomas medidas reais.
Vamos começar? O Pão de Açucar, Akatu, Unilever, Coca-Cola poderiam ser os patronos dessa iniciativa e emcaminhar tudo para reciclagem. Falta uma empresa de tecnologia tb para os eletrônicos...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Bicicleta gera energia para carregar celular
Bicicleta gera eletricidade para carregar aparelhos celulares Por: Redação EcoD | Categoria: Comunicação, Curiosidades, Equipamentos, Geração de Energia, Matérias, Tecno-ecologia, Transporte | Tags: Biodiversidade, celulares, economia, Energia
O ciclista conecta o aparelho na bicicleta e recarrega a bateria durante o passeio/Fotos: Divulgação
Imagine poder sair de casa e carregar seu celular no caminho para o trabalho. Agora imagine isso quando meio de transporte em questão é a bicicleta. Não se espante, pois graças à criação de Oscar L’Hermitte os ciclistas poderão plugar seus aparelhos em um sistema que fornece energia elétrica produzida com o movimento dos pedais.
O Watts Maker produz eletricidade por meio de um gerador de energia cinética, ou seja, um aparelho preso à roda capta o movimento produzido pela bicicleta e o transforma em energia. Em 90 minutos de passeio é possível gerar eletricidade suficiente para uma carga completa de um celular. E o que é melhor, sem gastar nenhum centavo, apenas um pouco de suor.
O movimento das rodas gera a eletricidade que carrega a bateria do celular.
Para o estudante de design londrino Oscar L’Hermitte, a relação entre as pessoas e os objetos deve ser enfatizada, assim como o envolvimento dos futuros usuários durante o processo de design e a busca pela simplicidade das coisas. “Eu acredito que seja responsabilidade do designer observar cada aspecto do dia a dia e questionar constantemente a existência das coisas”, afirma.
Fonte: EcoDesenvolvimento.
O ciclista conecta o aparelho na bicicleta e recarrega a bateria durante o passeio/Fotos: Divulgação
Imagine poder sair de casa e carregar seu celular no caminho para o trabalho. Agora imagine isso quando meio de transporte em questão é a bicicleta. Não se espante, pois graças à criação de Oscar L’Hermitte os ciclistas poderão plugar seus aparelhos em um sistema que fornece energia elétrica produzida com o movimento dos pedais.
O Watts Maker produz eletricidade por meio de um gerador de energia cinética, ou seja, um aparelho preso à roda capta o movimento produzido pela bicicleta e o transforma em energia. Em 90 minutos de passeio é possível gerar eletricidade suficiente para uma carga completa de um celular. E o que é melhor, sem gastar nenhum centavo, apenas um pouco de suor.
O movimento das rodas gera a eletricidade que carrega a bateria do celular.
Para o estudante de design londrino Oscar L’Hermitte, a relação entre as pessoas e os objetos deve ser enfatizada, assim como o envolvimento dos futuros usuários durante o processo de design e a busca pela simplicidade das coisas. “Eu acredito que seja responsabilidade do designer observar cada aspecto do dia a dia e questionar constantemente a existência das coisas”, afirma.
Fonte: EcoDesenvolvimento.
Energia Limpa
Grupo desenvolve energia limpa com lixo eletrônico
19/03/10 - Com um pouco de conhecimento, inventividade e muito lixo eletrônico, um grupo de ativistas desenvolveu um gerador de energia elétrica, que produz energia limpa em comunidades afastadas. Um dos principais "ingredientes" desse gerador artesanal são os ímas de neodímio encontrados em discos rígidos descartados.
Computadores são, hoje em dia, objetos altamente substituíveis. Os baixos preços e a necessidade de cada vez mais performance e desempenho para executar sistemas operacionais recentes faz com que o tempo entre a troca de computadores seja menor. Em empresas, a vida útil de um desktop costuma ser de apenas 3 anos . No entanto, mesmo que você mantenha o seu PC funcionando por mais tempo, uma hora ele ficará tão obsoleto que se tornará puro material de descarte. Um dos grandes problemas, inclusive, é a falta de políticas para a reciclagem destes equipamentos.
Recentemente, a Universidade de São Paulo ( USP ) criou um centro de reciclagem para computadores antigos, o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática , mas a princípio ele funcionará apenas para a reciclagem intra-universidade. Em breve a USP promete que materiais oriundos de outros locais também poderão ser enviados ao CEDIR .
Enquanto as soluções oficiais não são suficientes para dar conta de tanto lixo eletrônico, um grupo de ativistas decidiu resolver parte do problema com as próprias mãos - e, de quebra, usou o material descartado para resover ainda outro. Com um bocado de paciência, alguns materiais elétricos, um punhado de ferramentas, muitos HDs quebrados e uma ex-bicicleta, eles desenvolveram um equipamento capaz de gerar energia elétrica suficiente para manter lâmpadas e tomadas funcionando.
Apesar de bastante rústica, a engenhoca obtém energia elétrica a partir de corrente induzida magneticamente, gerada por energia cinética. Parece complicado, mas não é: ímãs de neodímio, que são encontrados dentro de HDs, são presos a uma superfície circular, de dimensões semelhantes às de uma roda de bicicleta; depois, pequenas bobinas de fios de cobre são presas em outra superfície circular, fixa e de mesmo tamanho. Ao fixar uma das placas e colocar a outra para girar (presa a uma roda de bicicleta, que por sua vez é colocada em movimento por meio de uma roda d´água), cria-se um gerador de corrente contínua, o chamado dínamo, muito parecido com seus primos comerciais, vendidos em lojas a preços não muito amigáveis.
O equipamento feito de material reciclado e lixo eletrônico é capaz de gerar cerca de 12V contínuos, a mesma tensão usada em baterias de automóveis. Um banco de baterias é continuamente recarregado pela engenhoca e, por sua vez, é conectado a um inversor em 110 V de corrente alternada - o que permite usar lâmpadas e eletrodomésticos comuns.
Os ímãs de neodímio, usados no gerador artesanal, são muito mais poderosos que os ímãs tradicionais de ferrite. A título de comparação, um ímã de neodímio do tamanho de uma moeda de 25 centavos é capaz de sustentar uma peça de metal de cerca de 10 quilogramas. Eles inclusive podem machucar a valer: um cidadão descuidado ao mexer com ímãs de neodímio perdeu parte do dedo indicador na brincadeira.
Para dar continuidade ao projeto, o grupo pede doações de HDs antigos, quebrados ou queimados para aproveitar os ímãs de neodímio. O processo é artesanal e a eficiência dos geradores é baixa, mas dá conta do que se propõe.
19/03/10 - Com um pouco de conhecimento, inventividade e muito lixo eletrônico, um grupo de ativistas desenvolveu um gerador de energia elétrica, que produz energia limpa em comunidades afastadas. Um dos principais "ingredientes" desse gerador artesanal são os ímas de neodímio encontrados em discos rígidos descartados.
Computadores são, hoje em dia, objetos altamente substituíveis. Os baixos preços e a necessidade de cada vez mais performance e desempenho para executar sistemas operacionais recentes faz com que o tempo entre a troca de computadores seja menor. Em empresas, a vida útil de um desktop costuma ser de apenas 3 anos . No entanto, mesmo que você mantenha o seu PC funcionando por mais tempo, uma hora ele ficará tão obsoleto que se tornará puro material de descarte. Um dos grandes problemas, inclusive, é a falta de políticas para a reciclagem destes equipamentos.
Recentemente, a Universidade de São Paulo ( USP ) criou um centro de reciclagem para computadores antigos, o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática , mas a princípio ele funcionará apenas para a reciclagem intra-universidade. Em breve a USP promete que materiais oriundos de outros locais também poderão ser enviados ao CEDIR .
Enquanto as soluções oficiais não são suficientes para dar conta de tanto lixo eletrônico, um grupo de ativistas decidiu resolver parte do problema com as próprias mãos - e, de quebra, usou o material descartado para resover ainda outro. Com um bocado de paciência, alguns materiais elétricos, um punhado de ferramentas, muitos HDs quebrados e uma ex-bicicleta, eles desenvolveram um equipamento capaz de gerar energia elétrica suficiente para manter lâmpadas e tomadas funcionando.
Apesar de bastante rústica, a engenhoca obtém energia elétrica a partir de corrente induzida magneticamente, gerada por energia cinética. Parece complicado, mas não é: ímãs de neodímio, que são encontrados dentro de HDs, são presos a uma superfície circular, de dimensões semelhantes às de uma roda de bicicleta; depois, pequenas bobinas de fios de cobre são presas em outra superfície circular, fixa e de mesmo tamanho. Ao fixar uma das placas e colocar a outra para girar (presa a uma roda de bicicleta, que por sua vez é colocada em movimento por meio de uma roda d´água), cria-se um gerador de corrente contínua, o chamado dínamo, muito parecido com seus primos comerciais, vendidos em lojas a preços não muito amigáveis.
O equipamento feito de material reciclado e lixo eletrônico é capaz de gerar cerca de 12V contínuos, a mesma tensão usada em baterias de automóveis. Um banco de baterias é continuamente recarregado pela engenhoca e, por sua vez, é conectado a um inversor em 110 V de corrente alternada - o que permite usar lâmpadas e eletrodomésticos comuns.
Os ímãs de neodímio, usados no gerador artesanal, são muito mais poderosos que os ímãs tradicionais de ferrite. A título de comparação, um ímã de neodímio do tamanho de uma moeda de 25 centavos é capaz de sustentar uma peça de metal de cerca de 10 quilogramas. Eles inclusive podem machucar a valer: um cidadão descuidado ao mexer com ímãs de neodímio perdeu parte do dedo indicador na brincadeira.
Para dar continuidade ao projeto, o grupo pede doações de HDs antigos, quebrados ou queimados para aproveitar os ímãs de neodímio. O processo é artesanal e a eficiência dos geradores é baixa, mas dá conta do que se propõe.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Hidroponia ou hidrocultura
Outro tema que vamos epsquisar, estudar para nossa vida - culturas baseadas na água.
Vou pesqyuisar, fazer cursos, o que precisar.
temos então dois projetos para 2010:
Hidroponia e
Horta vertical
O minhocário esta em pleno uso, e crescendo, criando filhotes , que vamos passar para pelo menos 3 famílias!
Precisamos fazer mais, influenciar pessoas e empresas para cuidar da nossa terra, da nossa água, do nosso ar!
Vou pesqyuisar, fazer cursos, o que precisar.
temos então dois projetos para 2010:
Hidroponia e
Horta vertical
O minhocário esta em pleno uso, e crescendo, criando filhotes , que vamos passar para pelo menos 3 famílias!
Precisamos fazer mais, influenciar pessoas e empresas para cuidar da nossa terra, da nossa água, do nosso ar!
Fazendo vertical - horta/ jardim vertical
Agora que já tenho humus, e já uso praticamente todo o meu lixo orgânico, vou começar a pesquisar para fazer uma horta vertical, um jardim vertical, para aproveitar melhor o espaço, que não tenho.
Ví alguns vídeos no Youtube muito legais, e vou ver o que vamos fazer.
Precisamos fazer alguma coisa urgente, para aproveitar nossa energia e vontade de melhorar esse mundo, pelo menos para nossos netos!
Ví alguns vídeos no Youtube muito legais, e vou ver o que vamos fazer.
Precisamos fazer alguma coisa urgente, para aproveitar nossa energia e vontade de melhorar esse mundo, pelo menos para nossos netos!
Assinar:
Comentários (Atom)